domingo, 27 de maio de 2018

Punheta com meu irmão Gêmeo

Eu sou tímido, vou manter meu nome aqui como Thiago. Moro no interior de Minas e tenho um irmão gêmeo. Temos ambos 16 anos.

Quando tínhamos 14, aconteceu minha primeira punheta com um garoto e pegando no pau dele. Somos loiros, temos pêlos corporais bem desenvolvidos e somos beeem magrelos. Eu sou bi, e meu irmão nunca falou mas descobri que é gay e tá no armário também. Bom, essa história aconteceu em um dia de verão. Nunca mais se repetiu, mas também nunca esqueci.

Era uma noite de verão, fomos assistir um filme de ficção científica e é aquela coisa de moleque né: Os dois só de cueca, suando, enquanto víamos o filme. Sempre admirei aquele corpo dele e a cueca recheada branca que ele carregava. Eu nunca me vi muito bonito, mas sempre percebi um certo tesão da parte dele (Quando tínhamos 12 anos, ele ficou de pau duro me vendo nu). É certo momento do filme, o herói principal fica sem camisa e como todo adolescente fiquei de pau duro. Ele mirou aquilo em silêncio e percebi que ficou também. Duas barracas armadas na boxer, respiração ofegante em silêncio pelo tesão que já tomava conta do nosso corpo. Acabou o filme, ele pegou sua espada de brinquedo e "sem querer" relou em minha barraca armada e meu pau pulsou. Saímos do quarto, todos dormindo e as barracas armadas (e a gente fingindo que aquilo não tava rolando). Chegamos no quarto, trancamos a porta e começamos a lutinha. Ele me batia com a espada, me segurava e agarrava minha cueca. E soltava, tímido. Logo voltava, enganchava a espada na cueca até derrubar ela.

- Cê quer me ver pelado, pô?

Ele, ofegante de tesão, puxou ela toda pra baixo e meu pau babando pulou como uma mola pulsante. Congelamos. Fui pra cima da dele, mas ele se encolheu no chão de vergonha.

- Paulo, não quer isso?

E tirei a cueca dele, a força.

- Agora é minha vez, cê fez isso comigo agora sou eu.

- Eu vou ganhar a batalha.

Deitamos no chão, e agarrei o pau dele, tímido. Ele agarrou o meu e nos punhetamos em silêncio, ofegantes em uma posição de perfeito 69. Logo, ele gemeu e se empinou, gozando na minha barriga e no chão. Eu, meio tímido, gozei em mim mesmo e deixei ele ir. Ele se trocou ofegante dizendo:

- Tá vendo, ganhei!

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