terça-feira, 24 de abril de 2018

Flagrou o colega comendo a menina e depois bateu Punheta com outro colega de classes

Conto enviado via im mail
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Créditos ao enviador :Mateus Sampaio
Segue o conto original dele.
Esse relato aconteceu há uns dois anos, mas só criei coragem de contar ele agora. Quando eu estudava pela manhã, na faculdade, tinha umas cadeiras chaaaaatas que iam até mais ou menos uma da tarde, e praticamente o campus ficava completamente vazio, somente com alguns carros e pouca gente andando para os lados. E eu obviamente tinha que ir pra casa no final daquelas aulas. Isso numa sexta-feira, quando eu tava indo pegar meu ônibus e eu vejo dois colegas meus trepando gostoso dentro do mato. Ele, eu vou chamar de Diogo e ela, de Gabriela. Diogo era (sem dizer que gosto disso) o cara mais gostoso do nosso curso: Não era um cara "bombadão", mas ele é bem "presença", um cara branco de rosto fino, cabelos castanhos claros e olhos castanhos escuros, estilo canadense. Já Gabriela não era a mais bonita das nossas colegas, mas alimentava o imaginário de muita gente (inclusive o meu). Baixinha, cabelo degradê de loiro pra castanho, olhos pretos e uma carinha de menina. Gostosinha na medida, com os peitinhos médios e uma bundinha média também.
Fiquei impressionado porque os dois tinham namorados. O Diogo sempre fazia a linha "certinho" e Gabriela nunca falava muito do seu namorado, mas ela vivia postando fotos da boa vida que ele dava pra ela. Mas parecia que ele só dava boa vida pra ela. Diogo comia ela com força e ela sentia um prazer alucinante, como quem não era comida há meses. Se um ouvido bem apurado passasse ali perto, sentiria prazer junto com ela ouvindo os gemidos dela. Eu fiquei vendo e ouvindo aquela cena escondido e calado. Eu tava doido pra bater uma punhetinha gostosa vendo aquele infeliz comer ela com tanta força (e ela gostava daquele "monstro" dentro dela) e ela gemendo de tanto prazer. Mas eu me contive, esperei eles terminarem e depois de 20 minutos, saí de onde tava escondido.
Tava indo até um banheiro distante de um bloco pra que ninguém me visse e suspeitasse (mesmo sem gente por perto, o destino adora botar gente que a gente menos imagina na nossa frente). Enquanto eu tava indo para o banheiro, vi um outro colega meu. Pedrinho era um playboyzinho da nossa sala. Ele não gostava muito de chamar atenção por causa do seu dinheiro, mas era inevitável, pois toda semana, ele ia pra outro país, ou um show caríssimo e trocava de carro pelo menos umas três vezes no ano. Além disso, ele também era bem desejado. Altura média, de corpo musculoso, mas nada bombado, moreno e que tinha uma bundinha interessante. Não era o mais bonito da sala, mas era gostoso também.
Vi Pedrinho dentro do carro dele batendo uma punheta. Tipo, não vi o pau dele lá de fora, mas não era na marcha que ele tava mexendo pra cima e pra baixo. Ele percebeu que eu tinha visto ele, e ele não fez cara de vergonha, e me chamou lá dentro do carro dele. Ele, pra disfarçar, começou a falar sobre uns trabalhos que a gente tinha que fazer, e eu vendo que ele tava desviando de assunto, vi que o pau dele ainda tava "meia-bomba" e peguei ele de jeito por cima da calça e disse: "Não é por minha causa que você vai parar o que tava fazendo, né?". Ele ficou impressionado e perguntou se eu tinha visto, e eu disse que sim. Daí ele falou: "Cara, é que eu vi o Diogo e a Gabi se comendo quando eu fui comprar um sanduíche". Quem diria que a punheta une as pessoas. Eu disse que também tinha visto e tava procurando um banheiro pra dar uma socada. Aí ele ficou tão íntimo que disse que a gente podia continuar batendo ali. Não pensei duas vezes e saquei a rola pra fora. Ele criou coragem e quando tirou a rola dele, parecia se vangloriar. A rola dele não era grande, mas era grossa. Já a minha era longa e fina. Daí ele teve a ideia de nos ajudarmos numa mão amiga. Nunca tentei, mas a hora era agora.
Quando ele pegou na minha rola, eu quase pulei. Ele pegou com uma força inimaginável, acho que ele pensava que era um peso de academia (se bem que parece, um mastro fino com duas bolas enormes nas pontas). Nem a minha ex fazia do jeito que ele fazia. Ele deu uma cinco ou seis estocadas e eu já tinha gozado. Minha nossa, nunca tinha gozado daquele jeito com uma punheta. Mas ele demorava pra gozar, e as vezes eu batia rápido, e depois cansava e diminuía o ritmo, uns 10 minutos depois, ele gozou. Mas foi uma gozada monstruosa. Eu pensava que ele tava vomitando pelo pau, a porra era quente e espessa. Eu vi que ele estava cansado depois daquilo, e ele disse que aquela nem era das maiores gozadas dele. Fiquei assombrado, pois nem eu nas minhas melhores vezes, gozei aquele tanto. Depois, a gente conversou... Sobre aula, sobre o que a gente viu da Gabi e do Diogo, sobre nossos relacionamentos. E bateu tesão de novo, e a gente se tocou. Gozamos juntos de novo, e depois disso, ele me levou em casa. Depois disso, a gente nunca mais comentou sobre essa nossa experiência, mas toda vez que lembro, é uma gozada mais 

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