quarta-feira, 1 de março de 2017

segredos de irmaos


Minha família não é grande, somos meu pai, minha mãe meu irmão Diogo e eu. Meu tinha vinte e dois anos eu recém completado dezoito. Tínhamos nossas encrencas como a maioria dos irmãos tem, mas mesmo éramos unidos e sempre fomos assim, um sempre cuidando do outro. Isso era motivo de orgulho para nossos pais. Quando criança sempre tomávamos banho juntos, dormíamos no mesmo quarto, às vezes, quando estava chovendo eu dormia com ele em sua cama, pois tinha medo de trovões, ele me abraçava e eu me sentia seguro e foi ele quem me ensinou o que era punheta.
Foi numa tarde, ele tinha treze anos e eu nove, minha mãe estava conversando com uma vizinha nossa, eu estava jogando bola na rua com a molecada, minha mãe me mandou entrar e ir tomar banho, meu irmão estava no tomando banho, abri a porta do banheiro de supetão e o vi com uma das mãos apoiada na parede do Box e a outras mexia no seu pinto duro pra frente e pra trás, quando entrei ele levou um susto e virou-se de costas pra mim, mas tive tempo de ver alguma coisa saindo do pinto dele, perguntei a ele o que estava fazendo, mas ele respondeu que não era nada.
Mas eu vi! – Insisti. – Você tava mexendo no seu pinto!
O seu porra, você é muito curioso! – Ele bronqueou comigo. – Tava batendo punheta. Ta satisfeito? – Não respondi e quando ele saiu do banheiro entrei no Box e vi algo no chão e na parede, passei o dedo e era uma gosma esquisita. Depois que ele saiu comecei a fazer o mesmo que havia visto ele fazendo, comecei a manipular meu pau pra frente e pra trás e de repente senti uma cócega muito gostosa, pra mim tinha sido a coisa mais gostosa do mundo. Depois ele me explicou sobre punheta e porra e a partir desse dia sempre tocávamos juntos. Às vezes estávamos deitados e ele me chamava.
Paulo, vamo bate uma? – Eu corria para sua cama e tocávamos cada um no seu pau.
Pois bem. Agora ele estava com VINTE E DOIS ANOS, e eu tinha completado DEZOITO, ele já havia tido várias namoradas e eu também. Um dia, vindo do trabalho Diogo sofreu um acidente. Um motorista bêbado o fechou e ele caiu da moto quebrando os dois braços e trincou o osso do pé. Foi um alvoroço danada, muita choradeira e tal, mas o susto passou e Diogo já estava em casa, mas ainda se recuperando. Seu pé não demorou muito para sarar, mas os braços teriam que ficar mais algum tempo engessados. Tínhamos que fazer tudo por ele, inclusive dar banho, mas essa tarefa coube a mim, pois ele não aceitou que nem meu pai nem minhas fizessem isso.
Deixa de ser besta, menino! – Minha mãe dizia. – Já te vi pelado tantas vezes!
Ah, para mãe! – Ele respondia. – A senhora fazia isso quando eu era criança! Agora nem dá, né? – Meu pai só ria.
Num final de semana meus pais tiveram que se ausentar e ficamos em casa, meu irmão e eu.
Paulo, cuide bem de seu irmão, heim? – Recomendou minha mãe várias vezes antes de entrar no carro.
Ta bem, mãe, a senhora já falou isso várias vezes! Vou cuidar do seu bebezão sim, está bem?
Bebezão teu cu, seu retardado! – Gritou meu irmão lá da sala. Meus pais saíram rindo muito disso, pois sabiam que era brincadeira. Voltei para a sala, sentei-me no sofá e brinquei com meu irmão.
Pois bem, o que o bebezão ta precisando?
Vai tomar no teu cu, mano! – Ficamos por ali, vendo televisão, brincando conversando, etc. La pelas oito horas da noite perguntei ao meu irmão se ele queria tomar banho.
Quero sim, mano. Ta muito calor... To agoniado com esse gesso... Parece que essa porra não vai sarar nunca! – Ele respondeu já se encaminhando para o quarto. Diogo sentou-se na cama, eu tirei sua bermuda, sua cueca e fui até a cozinha pegar um rolo de plástico filme, desses que se usa para vedar alimentos, para enrolar nele, na parte onde tinha o gesso. Depois que cobri o gesso com o plástico, brinquei.
Pronto... Já ta empacotado, agora é só levar pra casa pra comer.
Comer meu pau seu filho da puta tarado! – Rimos muito e fomos para o banheiro. Abri o chuveiro, ele ficou sob a água e eu comecei a passar o sabonete no corpo dele... Tudo, todas as partes. Eu já estava ajudando meu irmão tomar banho há vários dias, mas naquele tinha algo diferente, meu irmão parecia mais ansioso, nervoso... Sei lá! Esfreguei tudo... Barriga, parte das costas, pernas, bunda, rego, até o cu dele eu esfreguei, mas quando pedi para que ele se virasse de frente para mim meu irmão relutou um pouco.
Anda Diogo... Vira pra gente acabar logo com isso. Ele foi se virando devagar. Agora eu entendia o porquê, é que ele havia ficado excitado.
Deixa de ser besta mano! Falei pra ele. – Porque a vergonha? Isso já aconteceu antes! – Ele olhou para mim e ia dizer alguma coisa, mas se calou.
Que foi Diogo? Fala cara! Você ta legal? – Perguntei preocupado.
To... To legal sim mano... É que... – Diogo se calou.
Fala logo cara, ta me deixando preocupado!
Sabe o que é mano? É que to quase ficando louco!
Por quê? – Perguntei secando seu corpo.
É que desde que me acidentei eu não...
Você não o quê Diogo?
Não posso sair pra pegar umas minas, entendeu? Desde que sofri esse maldito acidente nem punheta eu posso bater. To na maior secura, cara! Só não subi pelas paredes porque estou com os braços engessados... É isso! – Fiquei de pau duro, procurei esconder minha ereção colocando a toalha na frente, mas meu irmão já havia percebido e ele me pediu para ajuda-lo nisso também.
Heim, maninho... – Ele falou. – Você podia tocar uma pra mim...!
O pau de Diogo estava duríssimo e vez em quando dava umas contraídas e quando isso acontecia sua baba pingava.
Ta vendo minha situação? Ele perguntou olhando para o próprio cacete.
É... To vendo! Você ta precisando mesmo, né? Mas se eu fizer isso você vai ficar me zuando o resto da vida...!
Não vou não... E isso vai ficar só entre nos! Vai maninho, bate uma pra mim! – Apesar de meio indeciso peguei no pau de meu irmão e comecei a tocar uma punheta pra ele, seu cacete enorme, dezenove centímetros para ser exato, pulsava entre meus dedos e senti que meu pau também começou a babar, sentia que minha cueca estava melada. Comecei a manipular o caralho grosso de meu irmão devagar e a cada arregaçada que eu dava ele gemia.
Caralho, mano... Seu pau é muito grande! – Falei. – Você deve fazer a alegria da mulherada por ai, né? – Ele deu uma risadinha sem graça.
Não só da mulherada... ! – Olhei para ele.
Então você já comeu homem Também Diogo? – Perguntei admirado.
Já... Já comi vários cus por ai!
Mas os caras deixaram você colocar esse pauzão no rabo deles? Seu pau deve ter uns dezenove centímetros! – Enquanto falamos sobre assunto eu manipulava aquele caralhão enorme.
Sim, até o talo! – Diogo respondeu olhando pra mim com a cara mais safada que já havia visto no rosto dele.
Mas como isso coube no rabo desses caras, mano? É muito grande!
Tudo questão jeito, maninho! – Ele falou. – Tudo é questão de jeito...! – Fiquei admirado em saber que meu irmão já havia atolado tudo aquilo em alguns rabos do que em saber que ele comia o rabo de alguns caras. Paramos de conversar, eu me concentrei em tocar a punheta pra ele e ele em gozar e não demorou muito ele anunciou que ia gozar e sua porra caiu aos montes, grossa e abundante sobre nossos pés. Lavei seu pau de novo e ele me perguntou se eu não ia tocar uma também.
Pode tocar uma maninho! – Ele falou. Sei que você ta de pau duro.- Então tirei meu cacete pra fora e comecei bater uma punheta gostosa, meu gozo veio rápido, eu estava muito excitado e quando senti que ia gozar peguei no pau dele e o fiquei apertando entre meus dedos. No chão do banheiro ficou aquele monte de porra, tanto dele quanto minha.
Já em nosso quarto ajudei meu irmão vestir uma bermuda tactel, ele ficou sem cueca, e fomos para a sala. Ficamos vendo televisão, mas eu não prestava atenção na programação, estava pensando na rola enorme de meu irmão arrombando o cu dos caras que ele havia me dito e me imaginando dando para ele. Meu pau ficou duraço e fiquei cheio de tesão pelo meu irmão. Acabei por adormecer no sofá. Acordei no meio da madrugada com Diogo gemendo e falando baixinho, aproximei-me dele para ouvir, mas era um som inaudível, mas seu pau estava muito duro e dava umas contraídas, meu cacete endureceu e o tesão tomou conta de mim. Comecei a alisar a rola de meu irmão, por fim tirei aquela coisa pra fora da cueca e comecei a chupa-lo. Ainda dormindo ele gemia e se con

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