segunda-feira, 16 de maio de 2016

Sempre um jeito de bater punheta





Quando eu era um adoslecente entre meus  13 14 15 anos costumava ficar vendo videozinhos que recebia do zap zap de mulheres gostosas e sites como redetube e xvideos .
A nossa nova geração em que temos porno em celular,tablet e Pc são ferramentas importantes para um bom punheteiro de carterinha.
Além também que temos canal por assinatura,Dvds baratos e etc e as revistas de papel em nossa epoca agora nem tem mais força coomo no passado de nossos pais e tios .
E pelo  computador  temos  Skyp, face com cam ,Omegle e outros kkk mesmo , que esta melhor , que temos web cam ,  , microfone e um grande amparato tecnológico .
Minha  casa  era um quartel general dos meus  amigos,onde a gente estudava jogava play 4  e também aproveiatva para ficavam fazendo comentários  das gostosas da escola ou do shopings e dos rolezinhos excitantes das fotos, até que ficávamos tão excitados que acabávamos nos masturbando juntos.
Isso para gente era coisa normal de moleke que curte comentar com o outro sobre as meninas gostosas e reparar , se o outro fica de pau duro com o tipo de conversa dessas, falando da vizinha da rua ou de uma aluna do colegio ,mas na boa sem coisa de viadagem .
É muito legal, e ficou melhor ainda quando ganhei minha  Smart TV LED Samsung 85'' S9 Ultra HD 4HDMI USB 240htz de  de aniversário do meu pai,dos meus sonhos.
Smart TV LED Samsung 85'' S9 Ultra HD 4HDMI USB 240htz
Eita meu irmão pense no que é Tv e qualidade de iamgem,passei quase um mes doido para testar, pois nossa internet era de Tv a cabo nao prestava ou jeito foi pedir GVT de 50 MEGAS,pois bem o tecnico finalmente veio e estalou a internet , é um sonho, estou feliz.
Vamos ao conto :
Com Tv normal eu já reunia meus amigos  e  Então assistíamos aos filmes juntos todas as vezes que podíamos e sempre rolava masturbação.
Era muito bom, de um proibido gostoso.
Com meses, fomos crescendo e começando a namorar garotas, e fomos perdendo o hábito e nos afastando.
Alguns dias depois, em renovação de amizade , conheci um Cara chamado Marcelo, da minha turma, e e com o passar do tempo costumávamos estudar juntos na casa de um outro colega.
Um dia, num destes estudos, nosso colega foi obrigado a sair para resolver um problema e nós dois ficamos sozinhos na casa dele, aguardando-o. Para matar o tempo começamos a ler revistas e de repente, com o rabo do olho, percebi que ELIEZER estava vendo Xvideo no Pc e  Estava disfarçadamente alisando seu pau pôr cima do short. Dava para perceber claramente que ele estava excitadíssimo com o video .
Sem demonstrar que estava notando, peguei o meu Celular e coloquei também no videos  e comecei a assistir também; depois estiquei-me em cima do sofá e comecei a alisar meu pau por dentro das calças.
De onde eu estava, via ELIEZER numa poltrona, já todo esticado, com a mão esfregando vigorosamente seu pau por cima do short até que ele disse que não agüentava mais e que iria para o banheiro.
Ele foi e depois de uns 5 minutos voltou, suado, vermelho, e com um riso bobo na Cara. Eu disse que agora era minha vez e fui ao banheiro também. Lá dentro havia um cheiro forte de esperma e quando olhei dentro da cesta de lixo, vi um bolinho de papel higiênico encharcado de porra e aí tive a confirmação total do que ele havia feito.
Estava excitadíssimo e me masturbei também.
Quando retornei, ELIEZER ficou rindo e disse :
 – Não agüentou também, não é?
Conversamos a respeito dos videos e resolvemos não contar nada ao Cláudio , nosso colega, firmando uma espécie de pacto sobre o que tinha acontecido.
Passados alguns dias, eu o chamei na minha casa para me ajudar a mexer no meu trabalho da feira de ciências . Como ele morava longe, resolveu dormir lá em casa, e à noite, já trancados no quarto, comecei a mostrar as imagens da minha nova Tv e ele admirado da qualidade do som, na nitidez e aproveitei e mostrei como é ouvir um xvideos em iamgem 3D  para ele e a fazer comentários excitantes sobre as videos , do tipo:
 – Olha só que mulher gostosa!
- Que Cara de safada!
- Olha o peitão desta, etc…
Nisso até perceber que ele estava bastante excitado,
Então falei que estava com muito tesão e que iria tocar uma punheta.
Ele falou que também estava morrendo de vontade e pediu para ir ao banheiro como fizera na casa do nosso amigo Cláudio.
Falei que ele podia tocar ali no quarto mesmo, junto comigo, pois a porta estava trancada e eu tinha lenço de papel ali no quarto .
Ele sem jeito ,com um ar de tímido,
Ele curtiu a idéia e nos sentamos juntos na cama, e vendo o video juntos, tocamos umas 1 punhetas, gozando juntos .
Nos tornamos mais amigos e isto virou um hábito.
Volta e meia íamos ao cinema para temos uma vida normalver filmes de ação  e depois íamos para a casa dele ou para a minha, taradões, e tocávamos aquela punheta juntos vendo mais filmes em casa, para aliviarmos o tesão depois do filme.
E isso tudo era feito sem maldade, sem jamais a gente pensar em fazer sacanagem de chupar o outro ou de comer o outro, era apenas por punhetas e nada mais.
Foi muito excitante, pois era muito bom falar e escutar os comentários excitantes de um e do outro, ver as caras e bocas de tesão, sentir o balançar rítmico da cama, sacudindo debaixo de nós dois, sentados com os punhos acelerados em volta de nossas picas em movimentos de vaivém frenéticos. Quando percebíamos que um ou outro estava para gozar, pedíamos para parar, para prolongar o prazer e a excitação e quando decidíamos gozar, pois não agüentávamos mais, escolhíamos a cena do filme que mais nos havia excitado, e gozávamos juntos coordenando a hora, avisando com comentários do tipo:
 – É agora!
- Não estou agüentando mais!
- Vou esporrar!
 Eliezer se excitava muito com a palavra esporrar e gozava quase instantaneamente quando falava ou ouvia.
Isto virou um hábito, um vício, um ritual que repetíamos sempre que podíamos e em todas as oportunidades.
Geralmente era a mesma coisa: íamos um para a casa do outro, começávamos a falar banalidades e, de repente um perguntava ao outro se havia trazido filme sendo na acsa dele colocava DVD como quem não quer nada, como se o objetivo do encontro não fosse a masturbação delirante. Começávamos a veros filmes, tirávamos a camisa, ficávamos descalços, dali a pouco já estávamos de pau duro, alisando os cacetes por cima da calça. Abríamos o fecho da calça e aí, com os paus durões quase saindo para fora, falávamos:
 – É melhor pegar um filme.
Colocávamos o filme, tirávamos a calça e ficávamos só de cueca. Aí, um ia ao banheiro e voltava com um bolo de papel higiênico para cada um e então, finalmente tirávamos a cueca, exibindo as ereções monstruosas um pro outro e comentávamos:
 – Você está com o maior tesão, hein?
Aí a coisa degringolava, com a gente tocando punheta ofegantes, excitados, suados e com a voz embargada de tesão comentando coisas sobre o filme, tipo: – Ai, que tesão, que foda boa! Ai, que punheta gostosa!
- Olha a cara de puta dela!
- Olha só, o cara vai gozar!
- Não agüento mais, está muito bom!
 Até que falávamos que não dava mais, que era melhor gozar e escolhíamos uma cena que tivesse nos excitado muito para acabar. Na hora de gozar dizíamos: – É agora, não agüento mais!
Vou esporrar tudo! VAI! ESPORRA TAMBÉM, E AÍ OLHÁVAMOS UM PRO PAU DO OUTRO PARA NOS VER GOZANDO. Aprendi que eu e ELIEZER nos excitávamos muito quando víamos um filme com dois caras e uma mulher na cama, pois isto parecia reproduzir a situação da nossa punheta, com a mulher servindo de alvo para a nossa masturbação. Procurávamos sempre fitas em que houvesse isto e gozávamos nestas cenas, de preferência quando os caras e a mulher também estavam gozando. Passados alguns meses destas punhetas, a coisa ia ficando um pouco na rotina e, um dia, tive uma idéia perversa, mas sensual, ao visitar, por curiosidade, uma sex-shop.
Resolvi adquirir algo para complementar nossa masturbação; queria comprar uma boneca de plástico, destas infláveis, mas como na época era cara, comprei uma vagina de látex e levei-a para a casa do ELIEZER .


Era verão, férias, estávamos complemente sós pois sua família estava viajando. Havia um clima mais proibido do que os anteriores no ar.
Começamos a ver o filme, e quando estávamos bastante excitados, mostrei a vagina para ele, perguntando se ele não queria experimentá-la. Seus olhos brilharam de tesão pela novidade .Lambuzamos a mesma com um creme para as mãos e começamos a meter nela, alienadamente. Quando um ficava muito excitado, o outro, percebendo, fazia-o parar e tomava o lugar dele. A COISA FOI FICANDO MUITO EXCITANTE, POIS METÍAMOS NO BURACO ONDE O OUTRO HAVIA ACABADO DE METER, BEM QUENTE, MELADO. E NUMA HORA QUE ESTÁVAMOS MUITO TARADOS TIVEMOS UMA IDÉIA LOUCA E RESOLVEMOS METER UM DE cada lado da bucetinha, pois havia um buraco do outro lado simulando um cuzinho. Deitamos ao comprido no sofá, suados e ofegantes, enfiamos um de cada lado. Aí aconteceu o inesperado pois ao metermos juntos, como a vagina era oca, os paus se encontraram lá dentro e a sensação das duas glandes rígidas, quentes, roxas e lambuzadas se encostando uma na outra, se esfregando, se roçando, foi de subir pelas paredes, dando arrepios na espinha. Fiz de conta que não percebi e ELIEZER também.
Era terrivelmente excitante, parecia uma corrente elétrica, talvez a física, através do chamado “poder das pontas” pudesse explicar isto.
Os freios dos paus se tocando, a pele deslizando uma contra a outra, as reentrâncias das glandes uma na outra, as caras de prazer e tesão, os artelhos abertos em leque de prazer e tesão, o sofá rangendo e balançando, o cheiro de Sexo no ar, de hormônio prestes a ser expelido, tudo era insuportavelmente excitante

. Continuamos metendo na bocetinha, nos movimentando ritmicamente, fazendo as cabeças dos paus se roçarem de tudo o que é jeito lá dentro enquanto nos instigávamos fazendo de conta que estávamos comendo uma mulher juntos falando coisas do tipo:
 -Fode esta puta! Vai!
- Mete mais nesta vagabunda! Vai, fode tudo! Fode! Fode gostoso! Faz mais rápido!
- Assim, devagar agora se não a gente goza…
Isto ,bem sensual agora, está ótimo! O TESÃO foi aumentando estupidamente e a sensação dos dois paus se tocando era indescritível, além da cumplicidade de fingirmos que não estávamos percebendo, e as palavras pra nos instigar e excitar que dizíamos um pró outro simulando estar com uma mulher de verdade nada mais eram que instruções um para o outro sobre como se esfregar mais gostoso lá dentro, sobre como acertar o ritmo e prolongar a sensação e o prazer, até que ele não resistiu e falou que ia esporrar, acelerando os movimentos de vai e vem e trançando as pernas nas minhas com caras e bocas de prazer, aí senti os jatos quentes de esperma lá dentro e gozei também. Repetimos a dose várias vezes depois e sempre foi muito bom. Felicidades para você e espero que você tenha apreciado. Esta história é vagamente inspirada em lembranças da minha adolescência e baseada em conversas com amigos e colegas. Esta situação de masturbação em conjunto, é muito mais freqüente do que as mulheres imaginam.


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