segunda-feira, 7 de março de 2016

O que irei relatar aconteceu entre eu e meu irmão Gabriel, é e puramente verídico

O que irei relatar aconteceu entre eu e meu irmão Gabriel, é e puramente verídico, diferente de certos contos de família perfeita que lemos por ai como: “se beijamos de língua e foi bom de mais” ou “nos abraçamos e adormecemos juntinhos”. O que é uma grande mentira, pois quem já vive experiências incestuosas sabe que o sentimento depois do orgasmo sofre certas alterações. Bom vamos lá. Hoje tenho 18 e meu irmão tem 15, e a primeira vez que ocorreu o incesto ele tinha 13 e eu já com 16. Nossos pais tinham saído para fazer feira no centro e minha irmã estava no cursinho pré-vestibular. E eu cheio de excitação deitado na cama imaginando um monte de safadeza gostosa com meu irmão que tava no videogame ao meu lado. Sempre tive vontade de transar com meu irmão. Quando tomávamos banho juntos eu logo ficava excitado com aquele volume dele dentro da cueca, é por isso que evitava ao máximo tomar banho com ele. Achava meio bizarro alguém com aquela idade ter um pinto tão grande, mais logico que eu gostava disso. Imaginava com seria fazer sexo com ele, pois mesmo com 13 ele tinha um cacete imenso, bem maior que o meu, e olha que eu já tinha 16. O dele tinha uns 15 cm duro na época, firme, durinho e com uma cabeçona rosada e cheio de veias, enfim maravilhoso. O meu pelo contrario tinha apenas 12 cm duro sendo que eu era mais velho. Ok, vamos lá. Como estávamos sós em casa, pensei: vou colocar um filme pornô hetero e aumenta o volume da televisão, assim ele ira escuta e virar ver o que é. Foi o que fiz. Deixei-o no quarto jogando Nintendo 64, peguei o filme na gaveta e corri para o quarto da nossa mãe, que para minha sorte estava na feira com o pai. Coloquei o filme bem alto e comecei a assistir, na primeira cena uma loira fogosa gemia gostoso dando o budão, e meu irmão ouviu a gritaria da dita, e logicamente veio ver o que era. Ficou espantado, e perguntou onde eu tinha arranjado um filme de putaria. Respondi que com um amigo. Ele já demonstrando o interesse pelo filme de sacanagem deixou o game ligado e sentou ao meu lado. Perguntou se podia assistir comigo, e eu disse que sim e tirei meu cacete para fora que já tava duro que nem pedra, e latejando muito só por imaginar o que eu esperava conseguir. Então comecei a socar uma punheta sem se inibir por ele esta ao meu lado, afinal ele que veio ao meu encontro. Ele disse: você ta doido Bruno, esse é o quarto da mãe, vai para o banheiro. Eu disse que não, pois tava assistindo o filme, e se fosse para o banheiro perderia o tesão. E disse para ele assistir o filme calado se não eu tiraria o mesmo. Ele sentou no chão e começou a assistir. Depois de alguns minutos eu em cima da cama comecei a notar que os 15 cm de tora do meu irmão dava sinal de vida, e isso me deixou cheio de tesão, meu cuzinho apertado chega piscava quando eu olhava para aquele mastro grosso e suculento. Então eu tomei iniciativa e perguntei: ta gostando do filme? Ai ele disse que sim. Então falei: porque não bate uma? A mamãe e o pai vão demorar a chegar. Ai ele meio sem jeito tirou o short de futebol do Vasco e ficou só de cueca branca de malha, sentou ao chão e botou aquele Paul gostoso para fora e começou a bater uma punheta de leve, a cabeçona de seu cacete tava bem vermelhinha e brilhosa. Isso me deixou louco, não sei se olhava para o filme ou para aquele cacete lindo. Resolvi sentar no chão ao seu lado, ai ficamos nos dois no chão batendo uma bronha suculenta. Ele logo ficou com vergonha e parou, ai eu disse para ele não se acanhar e continuar batendo, e foi o que ele fez. Depois de algum tempo ele acabou percebendo que eu olhava mais para o seu paul que para o filme, e percebeu também que eu fiquei nervoso ao ver que ele tinha me visto olhando para seu mastro duro. Eu já fora de mim, sem saber o que fazer, criei coragem e perguntei: vamos fazer uma troca, vc bate para mim e eu bato para vc. Ele me olhou um pouco surpreso, pois em anos trocando a roupa juntos e tomando banhos isso nunca aconteceu. Mais para minha surpresa ele aceitou. Consentiu com a cabeça. Então eu tirei meu short e a cueca, e ele só a cueca. Ficamos peladinhos. Eu pelado junto com meu irmão, e de paul duro, nossa não acreditei que isso tava acontecendo. Sentamos peladinhos e excitados uma ao lado do outro. A única diferença nisso tudo é que ele estava excitado pelo filme e eu por ele. Ele já sem muita vergonha colocou o braço esquerdo por baixo do meu, e eu coloquei o direito por baixo do dele. Começamos a punhetar uma ao outro. Nossa era a primeira vez que eu pegava naquele mastro duro, grande, grosso e quente. Sem muitos olhares ficamos nos punhetando. Eu enchi a mão e batia bem forte para ele, e percebir que ele tava gostando muito pela sua cara. Bati gostoso durante uns 5 minutos, e nisso ele gemendo bem baixinho, fazia caras e bocas, mesmo tentando esconder o tesão que tava sentido. Já ardendo em chamas pedir que ele deitasse no chão com as pernas bem abertas, a aceitação foi logo de imediato. Ele deitou no chão e abriu bem as pernas. Ajoelhei-me no meio das suas pernas e comecei a socar uma punheta mais forte, e ele gemendo gostoso, ainda que baixinho. Soquei, soquei, soquei e soquei, nisso ele de olhos fechado grunhindo baixinho. Já no êxtase da punheta que eu fazia nele, ele pergunta se eu queria chupar ele. Logico que eu aceitei, afinal foi o que eu sempre quis. Consentir com a cabeça, e cai de boca. Comecei passando a língua na cabeçona rosado e descendo com a boca até o talo, o paul do meu irmão já babava de tesão, então enfiei toda a boca, e ele apertou minha cabeça de encontro ao paul me engasgando. Passei a língua em volta, lambia seu saco e ele se contorcendo de tesão no chão do quarto. Comecei a chupar rápido, era um vem e vai muito gostoso. Até que propus a ele que ficasse em pé e eu de joelhos pagando um boquete. Ele na mesma hora levantou e eu dei um sumiço no seu mastro. Chupava bem gostoso, e o cassete dele babando na minha boca toda hora, vendo aquilo ai que eu descia toda a garganta naquele pirocão precoce para a idade dele. Nesse chupa chupa gostoso ele me pediu que eu ficasse com a cabeça parada que ele ia rebolar o quadril fodendo minha boca carnuda como uma boceta. Foi o que fez, segurou minha cabeça com as mãos e começou a bomba seu cassete na minha boca com muita forçar, e eu gemendo. As estocadas foram ficando mais rápidas e gostosas. Não sabia da onde ele tirava tanto folego e força. humhuhmhuhmuh, e o cacete na minha boca: ploc, ploc, ploc. Voltou a me engasgar de encontro ao seu paul. Nessas engasgadas ele amassava a minha cara contra sua virilha, que dava os primeiros sinais de pentellho. Eu Passava a língua da cabeça do pau dele até o saco bem devagarinho e enfiava as bolas pequenas na boca, chega ele fechava os olhos de prazer. Chupava os lados do seu cacete, sempre descendo até seu saco, que não tinha pelos, o que melhorava mais a chupada. Chupei bastante, e seu pau cuspindo uma gosma quente e salgada em minha boca. Chupei gostoso por mais uns 20 minutos, até que ele me disse que tava perto de gozar, e que era melhor a gente ir para o banheiro. Fomos para o banheiro, chegando lá, sentei no vaso e ele ficou em pé na minha frente. Já não chupei mais, apenas bati uma bronha gostoso por uns 4 minutos, ele já com a respiração ofegante, percebi que o gozo já se aproximava. Ai ele disse para mim abri a boca que ele ia gozar. Meti todo o cacete na boca, ele tava quentinho e pulsava bastante, quando de repente ele solta um gemido inesperado e enche minha boca de porra quente. Eu, obediente como sou, engolir tudinho. Sem que ele pedisse limpei seu paul todo com a língua. Quando de repente ouço os barulhos do carro entrando na garagem. Mais que depressa tirei o filme que ainda rodava na tv, meu irmão correu, pegou o short e a cueca e se trancou no nosso quarto. Peguei minhas roupas do quarto de nossos pais e fui para dentro do banheiro. Que pena, não deu tempo de eu gozar com meu maninho. O jeito foi ligar o chuveiro e bater uma bronha a li mesmo no banheiro imaginando as cenas que a poucos minutos ocorreram. Espirrou esperma na parede, de tão excitado que eu estava. Horas depois do ocorrido evitamos olhar um na cara do outro. Sei lá, a sensação pós-gozo e estranho. Da um certo tipo de sentimento de culpa. Mais o que eu mais queria ainda não avia ocorrido: dar meu cuzinho virgem para os 16 cm de tora do meu irmão descabaçar. Tinha certeza que ele não recusaria. E isso realmente ocorreu algumas semanas depois. Hoje tem 18 e ele 15, e quando tempos a oportunidade fodemos gostoso. Eu sempre sou o passivo, já pedir para comer sua bundinha dura várias vezes, mais ele sempre nega, ele diz que o macho da relação e ele. O máximo que posso fazer é da umas tapas, apertar e passar o dedinho no reguinho deleDepois venho contar como pedir o lacre com ele. 


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