terça-feira, 30 de setembro de 2014

Ombro amigo - Conto

Michelle começou a trabalhar em minha empresa recentemente. Uma branquelinha que chamava atenção não só pela sua simpatia, mas também pelos lisos e compridos cabelos negros. Seios pequenos e empinados, com os bicos bem grandes e claros, deliciosos. Bocetinha com corte caprichoso, especial. Pelos curtos e lábios imperceptíveis de tão inchada. Uma bunda grande e redonda, uma rabo de fazer qualquer cinquentão esquecer o comprimido. Mãos belas e muito bem cuidadas, maquiagem ideal, sensata. Uma bela mulher. Apesar de seu corpo ser também chamativo, gostoso, confesso que mulheres extremamente brancas nunca foram as minhas preferidas. Mas mulher é mulher, e adoro todas.

No começo, uma profissional exemplar e que entregava seus trabalhos com excelência, sem atrasos e com eficiência ímpar. Porém, algo havia mudado em seu comportamento a ponto da situação me forçar a chamar atenção da moça. Não teve efeito. Continuou desatenta e a convidei para um almoço.

Logo que chegamos uma lágrima escorreu e Michelle abriu o jogo. Seu marido parecia desinteressado em diversos sentidos. Só queria saber do futebol com os amigos, despejava grosserias, andava relaxado, evitava programas a dois e o pior: começara a dizer que não sentia mais tesão por ela. Fiz o papel de advogado do diabo e perguntei sobre o comportamento da moça, pois era visível que era uma mulher atraente, até porque não deixava de exibir um simpático sorriso mesmo naquela situação. A gata sentiu-se confiante para desabafar e entrou em detalhes que me excitavam, o que tentei esconder. Dizia que comprava as melhores lingeries, utilizava os melhores perfumes, fazia surpresas fantásticas e pegava pesado quando queria deixar claro o tesão que sentia pelo cara. Percebendo que as minúcias eram interessantes, comecei a especular:

- Mi, meu amor, será que você está fazendo tudo direitinho? Conhece as preferências dele?

Vi nos olhos dela a indignação de quem sabia bem o que estava fazendo. Ainda assim, começou me explicar que numa dessas noites esperou que o rapaz pegasse no sono, colocou uma calcinha bem pequena e, cheia de zelo, começou a passar a língua em sua virilha até chegar a seu saco. Lambeu-o vagarosamente até seu pau começar a endurecer. Colocou a pica dura na boca e seu marido acordou. Tenso, dizia que aquilo não era hora e que precisaria dormir para trabalhar no outro dia. Entendi aquilo com ganhar na loteria e rasgar o bilhete. Qual homem não adoraria acordar daquela forma? E, por outro lado, meu cacete cresceu. Comentei.

- Vou ser bem honesto: tem boi na linha. Se até eu me excitei querendo mais, como o rapaz rejeitou uma carícia dessas?

Os olhos de Michelle correram pra confirmar minha informação. O volume se destacava e a curiosidade da gata persistiu em olhares disfarçados, mas insistentes.

- Pois é bem isso que estou pensando. Está tudo muito estranho. Mas, mudando de assunto, você se anima fácil assim?

Ficou evidente a mudança de assunto, até porque seu rosto era muito expressivo. Um sorrisinho demonstrava tesão por falar sacanagem. Mal sabia a moça com quem estava falando…

- Sim, muito fácil, preciso de sexo e ouvir histórias assim me deixam em ponto de bala. Tem mais alguma? Parece criativa…

Ela riu e disse que já voltava, precisava ir ao toalete. Eu comentei que até ela voltar eu já teria desanimado.

- Não tem problema, ele vai gostar da minha próxima história.

Cruzou as pernas e me deixou ver sua calcinha branca, destacada no vestidinho preto. Fiquei alisando meu cacete, me provocando. E também pensando onde poderia levar aquela putinha carente.

Sem perceber, senti em meus ombros uma mão leve.

- Já que está pronto, podemos ir embora, o que acha?

Fiquei constrangido e me levantei. Michele pagou a conta e me surpreendeu. Entrei no carro e perguntei se ela estava bem para voltar para o escritório. Ela riu e afirmou que não queria ir para o escritório. No mesmo momento segurou meu cacete que mais parecia uma barra de ferro naquele momento.

- Estou contigo, chefe, você conduz o carro pra onde quiser me levar.

Sacou meu pau e já começou a chupá-lo. Ali, na rua, de dia, sem ligar se alguém pudesse nos ver. Sua boca macia em pouco tempo me fez esquecer tudo e todos. A menina era caprichosa e dedicada, gostosa e gulosa.

Entrei com o carro numa rua mais calma e logo estacionei. Só via o guardinha da rua bem longe, no alto. Ela, então, ajoelhou-se no banco do passageiro e pediu-me para abrir mais as pernas, queria o pau inteiro na boca. Enquanto executava uma chupeta em movimentos lentos, enfiei o dedo em sua boceta ardente. Ela já estava vindo para meu colo quando o vigia veio conferir o motivo de um carro ficar parado com pessoas dentro. Arrumamo-nos e partimos.

Meu cacete estava molhado e duro, querendo muito mais. Com o carro em movimento Michelle passou a masturbá-lo com eficiência. Soltava elogios e sacanagens que só me deixavam ainda mais afim.

Voltamos para a empresa enquanto tentava encontrar algum lugar para acabar de foder a moça. Porão, garagem, elevador, escadas… encontrei. Pegamos o elevador cheio e fomos até o último andar. A sala das máquinas de elevador era um lugar perigoso por si só, mas só recebia visitas no dia de manutenção. Chegamos e me deparei com a porta fechada. Forcei a maçaneta e acabei arrombando a porta. Àquela altura nem me preocupava mais. O barulho era alto, mas não permitia exageros justamente pelo eco causado no local.

Encostei a porta e coloquei uma trava para trancá-la. Michele me olhava com cara de quem aprontava. Beijei-a e logo arranquei sua roupa, de forma bruta. Deixei a moça peladinha e a encostei na parede. Agachei-me levantei uma de suas pernas, metendo a língua sem rodeios em sua boceta. Suas mãos travavam minha cabeça puxando meus cabelos e pressionando cada vez mais aquela xoxota branquinha. Era tanta força que vergões avermelhados começavam a dominar a região. Aos poucos fui subindo e logo encontrei aqueles peitinhos chamativos, sempre empinados. Enquanto isso, Michele se divertia em empunhetar meu caralho. Apertava e o chacoalhava sem parar. Resolvi beijar seu pescoço, mas fui vetado. Michelle não queria rastros e achava que estava no comando da situação. Não.

Grudei em seu cabelo e fui assertivo:

- Então quer dizer que a vadia quer se vingar mas não quer deixar o corno saber? Ok, então mama meu cacete que agora vai ter o que merece!

Ela sorriu e me olhou com cara de desejo, cara de quem estava bem tendo o que mais queria. Engoliu meu cacete sem dó e fazia-o dançar em sua boca de tanto que mexia a língua. Tratava a cabeça de meu pau com a malícia de quem sabe o prazer que o homem sente. Chupava-o, sugava-o. Bom, muito bom, maravilhoso, mas não queria gozar ali! Puxei-a pelo cabelo e mandei apoiar com as mãos em uma das máquinas. Ficou com a bunda levantada na posição certa para sentir o cacete entrando. Entrou devagar, rasgando. Depois foi se acostumando e relaxando. Dava pra ver seu cuzinho relaxando aos poucos, devagar. Michelle inclinou-se ainda mais, pedindo-me que metesse rápido e com força. Meu saco estalava batendo em sua boceta na velocidade que ela mais gostava. Dava pra ver em seu rosto uma mistura de prazer, liberdade e leveza. A gata pediu que me sentasse, ali no chão mesmo. Encostei na parede e Michelle sentou em minha rola de costas pra mim. Que bunda!

Sentou devagar e pude registrar em minha mente sua boceta abrindo e engolindo tudinho. Não resisti e avisei que gozaria… Michelle resolveu sentar nele até que entrasse inteiro e ali ficou, contraindo e apertando meu pau até sentir o gozo escorrer por sua xoxota.

Desabou em meu colo. Agradeceu-me e disse se sentir aliviada, que precisava daquilo. Aquele dia seria importante para tomar decisões em sua vida. E nunca mais apareceu na empresa…

Um ano depois, sem notícias, me ligou. Separada, queria me ver. Foi clara e me cobrou o orgasmo que estava em débito:

- Quero gozar, hoje é minha vez. Bora?

Não teria como resistir a uma intimação daquelas…

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