sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Como deixei meu irmão me comer

Categoria heterossexual 
Quando casei, tinha 18 anos.
 Minha família era contra, pois Giba tinha 35 e um filho pequeno.
 A paixão triunfou, porém, os quinze anos juntos, aos poucos, solapou os alicerces do matrimônio.
Pensava que desproporção na idade não seria problema, mas, o tempo se encarregou de mostrar meu equivoco. Suas viagens e a rotina foram razões secundárias.
A causa maior era a ejaculação precoce, as rapidinhas do meu esposo, me deixando insatisfeita sexualmente. Várias vezes sugeri que ele procurasse ajuda especializada. Foi em vão, a ponto de causar brigas.
Há pouco, minha mãe teve um AVC. Quando fui visitá-la, ela já havia recebido alta e acabei ficando, para ajudar nos afazeres da casa. Meu pai, mesmo idoso, ainda trabalha como motorista de táxi. Meu irmão do meio foi estudar na capital e só sobrou o caçula.
Podem me chamar de irmã coruja, mas, Rodrigo virou um lindo rapaz. Sua postura comigo era retraída, talvez por não termos convivido. Ele era criança quando me casei.
Meu pai mandou ele dormir no sofá da sala, me devolvendo o antigo quarto. Me senti um tanto intrusa na casa dos meus pais. Eles estavam felizes com minha presença. Só meu irmão agia como se eu fosse uma estranha.
Resolvi me esforçar para cativa-lo. A convivência com meu enteado, em especial depois de transarmos, me deu subsídios para lidar com um adolescente. No início, nossos diálogos eram assim:
- A dona Terezinha ainda continua no colégio?
- Sim.
- E ela ainda tá cri-cri? No meu tempo, ela vivia implicando com o comprimento da saia. Já mandou você prá diretoria?
- Já.
Suas respostas lacônicas e monossilábicas me irritava. Até que um dia, não aguentei e explodi:
- Fala direito, Rô!! Que que é isso!! Você não gosta de mim porquê? Só eu que te abraço e beijo. E você, só beija a mamãe. Te fiz alguma coisa?
Rodrigo se assustou com meu tom de voz. E cabisbaixo respondeu:
- Não é nada disso, Dé. Desculpa, tá?
Depois disso, ele foi se abrindo cada vez mais. Já conseguíamos conversar, brincar e até trocar confidências. Nossa convivência melhorou da água para o vinho. Mais de minha parte, sempre me esforçando para quebrar o gêlo.
Certo dia, fui entrar no banheiro e dei de cara com meu irmãozinho sentado na patente, calça arriada, revista numa mão, se masturbando com a outra. Surpreendido, ele ainda tentou disfarçar, pegando no rolo do papel higiênico.
Tal fato, criou nova distância entre nós. Puxei ele para meu quarto e falei:
- Rô, sei que você estava se masturbando. E isso não é nada demais, tá? Meu enteado também se masturba bastante. Eu também tenho meus vibradores, que uso quando o Giba está viajando. É normal e salutar, viu? É como cagar e mijar. Todo mundo tem vergonha e faz escondido. Mas faz. Ou tem alguém que não caga e nem mija?
Sua expressão de constrangida, mudou para aliviada com minha compreensão. Até sorriu. E eu só recomendei que trancasse a porta na próxima vez. O flagrante que foi algo chato, acabou nos aproximando mais, aumentando a cumplicidade fraterna de irmãos.
Numa manhã, estava fazendo a limpeza na sala, quando achei várias revistas pornográficas embaixo do sofá. Curiosa, comecei a folheá-las. Quando Rodrigo viu que eu tinha achado os seus ¨tesouros¨, tentou tomar das minhas mãos. E entramos em luta corporal, rolando pelo chão. Paramos com ele em cima de mim. Os rostos arfantes quase colados. Para não rasgar as revistas, as soltei.
E ficamos assim, com os corpos colados. Relaxamos juntos. Mas algo teve reação inversa. Senti que seu pênis enrijecia, encostado no meu ventre. Rodrigo se levantou rapido, cuidando para ficar de costas para mim, catou as revistas e correu para o quarto.
Sua ereção me perturbou. Meu irmãozinho virgem me desejava como mulher! Ao saber disso, pensamentos libidinosos passaram a ocupar minha mente ninfomaníaca. Quem iria ser a primeira na vida dele? Uma namoradinha? Uma prostituta?
Os dias passavam rapidamente. Minha mãe já melhor, só com pequena sequela na fala, em tratamento com uma fonoaudióloga. Já tinha reassumindo a cozinha e até me ajudando na limpeza. Meu pai, como sempre trazendo bombons sonho de valsa, tal qual fazia como quando eu era criança. Me entristecia pensar que teria de ir embora para minha casa, junto ao marido e enteado.
Rodrigo estava mais arredio. Eu porém, o agarrava e beijava, às vezes na marra. Seu desejo por mim me envaidecia. E sem pensar nas consequências, eu provocava. Sabia que era proibido e condenável, porém, algo dentro de mim, me instigava a me entregar sexualmente a êle. A fazer de Rodrigo um homem.
Até que ficamos só nós dois em casa. Foi quando papai foi levar mamãe para exames no hospital. O tempo me pressionava. Era uma ocasião única que talvez não mais se repetisse. Indecisa, com o corpo ardendo, fui tomar banho. E enquanto a água escorria pelo corpo, pensei em me masturbar. Afinal, já estava há duas semanas sem sexo.
Após a ducha, sai só com a toalha enrolada no corpo. Rodrigo estava na sala vendo TV. Eu precisava de um pênis dentro de mim! E saber que ele me queria, era tentação demais. Fui até ele:
- Nossa, que calor! Mal saí do banho e já estou suando. Olha só como estou melada!
Falei abrindo a toalha, pegando na mão dele e trazendo entre minhas virilhas. Meu irmãozinho me olhou assustado, contemplando a nudez exposta, sem acreditar direito no que estava acontecendo. Sua mão tremia, roçando por entre minhas coxas. Inclinei o corpo e fui beijá-lo. Ele de boca fechada, biquinho para o selinho de sempre. Só que meu beijo foi lascivo, molhado.
Ele ainda tentava resistir:
- Dé, não podemos, Dé. Nós somos irmãos, Dé! Dé! Não!
Deixei cair a toalha e apalpei seu mastro por cima da bermuda. Estava rijo e pulsando. Me ajoelhei, abaixei a bermuda, libertando seu mastro. Beijei a cabeça e coloquei por inteiro na boca, mamando naquela vara. Inclinei a cabeça para trás, procurando ver seu rosto. Rodrigo gemia baixinho, de olhos fechados. Sua vara inchada enchia minha boca. Começou a arfar forte, estocando com rapidez.
- Esquece, Rô, Rô. Sei que você me quer. Sou só uma mulher. Vamos amor, vamos!
Antes que ele gozasse, trocamos de lugar. Sentei na ponta do sofá, com as pernas abertas. E trouxe para mim:
- Vem, Rô. Vamos meter. Põe aqui...
Peguei em seu falo a ponto de explodir e coloquei na entrada da rachinha. Rodrigo enfiou tudo de uma vez, causando alguma dor. E eu acariciava suas costas, enquanto ele bombava de forma rápida e desajeitada. Curiosa, queria ouvi-lo narrar suas sensações:
- Está bom, amor? Está gostoso meter em mim?
- Ahh, Dé, demais, Dé, Ahh... Que apertada você é, Dé...Ahh, demais...Ahh...
- Me avi...
Eu ia pedir para ele avisar quando fosse gozar. Para tirar, mas, não deu tempo. Meu irmãozinho gozou ejaculando a gala aos borbotões, me enchendo toda de leitinho. Fiz ele sair e apalpei a bocetinha por onde escorria a porra gosmenta. Fui correndo me lavar.
Meu irmãozinho veio atrás, todo preocupado, se desculpando. Mais me tranquilizando a si mesma do que a ele, falei:
- Tudo bem, Rô. Se nunca engravidei, não vai ser desta vez. Vem tomar banho comigo, vem.
Depois do banho, chupei de novo seu falo que logo ficou duro como pedra. Enquanto eu me enxugava, Rodrigo me enlaçou por trás, encostando seu penis rijo em minha bunda.
Lembrei que meu enteado é louco por anal, apesar de nem sempre eu estar disposta a consentir. Meu irmãozinho não seria diferente. Nessa hora, passou pela minha cabeça de dar o cuzinho também. Afinal, se eu tinha sido a primeira mulher na vida dele, e isso já seria inesquecível em sua vida, porque não, a sua primeira experiência anal? Com certeza, ele iria transar com muitas, todavia, poucas iriam proporcionar tal prazer.
Fui na cozinha e peguei um pote de margarina. E o levei para o quarto. Untei bastante em sua piroca e em seus dedos da mão direita. Rodrigo só observava, sem entender direito o que acontecia. Fiquei de quatro e disse:
- Vou te dar meu rabinho, tá? Enfie os dedos com cuidado.
Ele atendeu e eu rebolei devagar, relaxando para facilitar. Me sentindo pronta, pedi:
- Vai, coloca o pinto bem devagar, vai.
A penetração atrás sempre é dolorida. Me faz até tossir. Mas só no começo, até o botãozinho deixar a cabeça passar. A invasão causa certa ardência e depois, o entra e sai vai ficando prazeiroso.
Meu irmãozinho o fazia com muito cuidado, maravilhado por estar metendo em meu cuzinho. Arfava dizendo o quanto estava gostoso, enquanto eu pedia que enfiasse tudo, com força.
E gozou de novo, deixando-se cair prostrado sobre mim. Não tive orgasmos, mas, não me senti usada. Pelo contrario, imensamente feliz em dar o meu melhor ao Rodrigo. E foi gratificante, ainda com sua vara pulsante enterrada em mim, ouvi-lo dizer:
- Te amo, Dé. Te amo, você é demais, Dé, demais!
E fizemos mais vezes naquela tarde, com ele gozando no meu ventre. Ensinei a ele como fazer um oral na mulher e outras ainda ficarão para a próxima vez. Acho que minhas visitas à casa dos meus pais, serão agora mais frequentes...

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